Logo após mais um dia de uma festa popular da cristandade, no escritório recebi a visita de um mestre e de sua esposa que acabaram de chegar do exterior para entregar-me uma lembrança: mais uma garrafa de bebida, aparentemente muito bonita.
Segundo ele, o tênis que sua esposa calça, adquiriu na viagem. Perguntei-a quantos calçados possui em casa, respondeu mais de dez. De novo perguntei de quantos realmente fazia uso, respondeu-me que por volta de três.
Segundo uma revista americana “Shop-Smartâ€, cada americana com mais de 18 anos possuem 17 pares de calçado (13% com mais de 30 pares) e, apenas três são usados. É possÃvel que a compra média de 3 pares anuais seja uma simples satisfação da vontade de gasto.
Esta situação não seria muito diferente no Brasil. Inclusive não se limita somente aos calçados e, sim as roupas, utensÃlios, livros, CD, cosméticos, e no meu caso com as cachaças do Brasil inteiro. O espaço da casa é cada vez menor, devido aos excessos. Segundo a revista citada, um quarto das coisas da casa representa “entulhoâ€; a casa é um depósito!
A satisfação das compras de bens materiais não pode transformar você num simples consumista, sem na realidade estar precisando desses “objetos do desejoâ€. Pelo contrário precisamos esvaziar nosso espaço e nossa mente para receber novidades, além de termos garantida a sensação da liberdade e alÃvio.
Tradicionalmente temos um costume de “bloqueio†à s transformações e daà vem o costume de mantermos as coisas velhas. O comodismo é o fracasso à vista, o que é fato se olharmos para muitos colegas que fecharam suas academias. Em vez de corrida na esteira, se você se sentir melhor com uma caminhada com seu cachorro, imediatamente se desfaça de seu futuro “cabideâ€.
As coisas supérfluas em nossa casa é uma parte, o lado material; precisamos refletir que cada um de nós possui muitos sentimentos negativos e inúteis: ansiedade sem solução, pensamentos negativos, criticas destrutivas, ego de ser reconhecido, medo, ganância, vaidade, etc...
A cada dia, quantas vezes você agradece, motiva e dá um sorriso ao próximo? Neste ano que está terminando, quantas vezes você fez gentileza aos idosos, necessitados e visou o bem ao próximo?
As diferenças e a diversidade social, polÃtica, econômica, cultural, étnica e religiosa, que caracterizam a pessoa humana e a sociedade em que vivemos, são nossa maior riqueza, e jamais deveriam se constituir em barreiras à conquista do bem. Vamos procurar praticar o BEM COMUM !
Vamos ser movidos em todas as circunstâncias pela esperança de que “EU POSSOâ€!
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Yeo Jin Kim Conselheiro Administrativo da LNT |












